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PROGRAMA BOLSA FLORESTA

Criado por Eduardo Braga em junho de 2007, o Bolsa Floresta é um programa do Governo do Amazonas que reconhece, valoriza e compensa as populações tradicionais e indígenas do Estado, consideradas guardiães da Floresta Amazônica, pelo papel desempenhado na conservação das florestas, rios, lagos e igarapés. O programa, que tem como instrumento de inclusão social um auxílio de R$ 50 por mês para as famílias, foi formatado pela Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS) e pela ong Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam).

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS), idealizada por Eduardo Braga, e o Idesam estão à frente do programa. As duas ongs já mapearam 35 unidades de conservação onde as famílias são fixadas de forma participativa, com ampla discussão com instituições governamentais e não-governamentais do Amazonas. O dinheiro para o pagamento dos benefícios vem dos juros dos recursos existentes no Fundo Estadual de Mudanças Climáticas. Empresas como Bradesco, Coca-Cola, Videolar e outras de grande porte acreditaram e investiram na proposta, que já beneficia mais de sete mil famílias.

O Bolsa Floresta é o primeiro programa brasileiro de pagamento de serviços ambientais feito diretamente para as comunidades que residem nas Unidades de Conservação do Estado, tendo como principal objetivo a redução das emissões de carbono por desmatamento. O Bolsa Floresta é uma realidade desde setembro de 2007, quando foram pagos os primeiros benefícios aos moradores da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Uatumã. O cadastramento, por exemplo, incluiu todas as 265 famílias dessa reserva, que está situada nos municípios de Itapiranga e Urucará. Além do levantamento socioeconômico completo, foram realizadas ainda várias oficinas de treinamento e capacitação sobre o papel do desmatamento no processo de mudanças climáticas globais.

Atualmente, o Amazonas tem 34 unidades de conservação estaduais, totalizando uma área de 16 milhões de hectares protegidos. Destas, 26 são de Uso Sustentável, que perfazem 13 milhões hectares, e oito de Proteção Integral, com três milhões de hectares. Para implementar essas áreas, o Estado do Amazonas conta com os programas Rede de Conservação; Áreas Protegidas do Amazonas (Arpa); e Projeto Corredores Ecológicos. Esses programas identificam áreas de relevante interesse no que se refere à alta biodiversidade ou alta vulnerabilidade, apresentando proposições de usos adequados, bem como apoio à criação e gestão de unidades de conservação.

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